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Arquivo da tag: PROPINA

LAVA JATO COMPLETOU DOIS ANOS. ESTATÍSTICAS DA OPERAÇÃO


A maior operação sobre corrupção conduzida até hoje na história do Brasil, aOperação Lava Jato, irá completar dois anos na próxima quinta-feira (17) e fechará o seu segundo ano com um balanço extremamente positivo junto à população brasileira, que aprendeu a respeitar e a confiar nos procedimentos jurídicos dos 21 procuradores responsáveis pela condução das investigações.

Até agora, 60 personalidades do cenário político e do meio empresarial foram condenados e outros 1.114 processos investigativos estão sendo estudados pelos procuradores da república.

Além do sucesso entre a população a operação serviu para fortalecer as instituições jurídicas brasileiras mostrando imparcialidade e seriedade na condução das investigações.

Confira os números da Operação Lava Jato nesses dois anos

  • 150 inquéritos abertos
  • 39 ações penais
  • 05 ações civis para devolução de recursos desviados
  • 494 empresas e pessoas sob investigação
  • 57 políticos investigados no STJ e no STF
  • 156 réus na Justiça Federal do estado do Paraná
  • 119 prisões preventivas ou temporárias
  • 28 presos
  • 67 condenados

As penas já somam quase mil anos.

Maior operação contra corrupção no país chega

a dois anos com R$ 6,4 bilhões desviados

em propinas.

Apresentação1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Odebrecht é condenado a 19 anos e 4 meses de prisão

Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo Odebrecht, foi condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e por integrar organização criminosa.

Na sentença, Moro determinou que Odebrecht, Faria e Araújo continuem presos enquanto aguardam os recursos. Para justificar a decisão, o magistrado considerou que há risco de continuidade e citou os indícios de pagamentos realizados por uma offshore atribuída à Odebrecht a uma conta secreta do marqueteiro do PT, João Santana, na Suíça.

Marcelo Odebrecht e outros três executivos do grupo foram considerados culpados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa para obtenção de contratos que somam R$ 12,6 bilhões de parte das obras do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio), da refinaria Abreu e Lima (Rnest, PE) e da refinaria Getúlio Vargas (Repar, PR).

O juiz também acolheu a alegação dos procuradores que houve corrupção na renegociação de um contrato de venda de nafta (insumo básico da indústria de plásticos) da Petrobras para a Braskem – braço petroquímico do grupo Odebrecht.

No caso da nafta, foi condenado o ex-executivo da Braskem e da Odebrecht Alexandrino Alencar por um ato de corrupção e lavagem de dinheiro. Ele foi absolvido por falta de provas do crime de associação criminosa.

Veja as penas e crimes de cada condenado:

  • Marcelo Odebrecht (19 anos e 4 meses): corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa
  • Márcio Faria da Silva (10 anos): corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa
  • Rogério Santos de Araújo (10 anos): corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa
  • Cesar Ramos Rocha (8 anos, 10 meses e 20 dias): corrupção ativa e associação criminosa
  • Alexandrino de Salles Ramos de Alencar (7 anos e 6 meses): corrupção ativa e lavagem de dinheiro
  • Renato Duque (11 anos, 1 mês e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
  • Pedro Barusco (11 anos, 1 mês e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
  • Paulo Roberto Costa (11 anos, 1 mês e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
  • Alberto Youssef (11 anos, 10 meses e 10 dias): corrupção passiva e lavagem de dinheiro
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NÃO FUI NEM VOU, NEM 13 NEM 15, IMPEACHMENT DO SISTEMA!


No final do segundo governo Lula, eu disse, e quase fui linchado, que estavam criando uma gigantesca bolha. Para demonstrar prosperidade e estabilidade, para atrair investimentos externos e sustentar, através de medidas populistas, criando currais eleitorais, um projeto de poder, deram isenções, anistias, fizeram programas sociais, habitacional etc às custas de um gigantesco déficit publico, 1 trilhão e 300 bilhões em 12 anos, coberto pelo tesouro nacional. Era certo prever a explosão dessa bolha e que o povo ia pagar a conta, como é certa a inflação e desvalorização do real frente ao dólar e euro. Essa é uma opinião minha baseando-me em dados divulgados.

Pelo exposto, a “culpa” da crise não é da Dilma, é do PT e seu projeto de poder, é do sistema que permite isso. Qualquer que assumisse o cargo teria que tomar as medidas adotadas. Então, qual a revolta? A revolta é que o PT ganhou com Lula, na primeira vez, com um discurso de mudar a forma de fazer política, que iam mudar o sistema e fizeram tudo igual.

A diferença de Dilma para Aécio é que este último assumiu que ia fazer, enquanto a primeira disse que “nem que a vaca tussa” faria, quase mata a vaca de pneumonia dupla, acabou mandando ela para o brejo.

Devemos nos preocupar é com uma profunda reforma no sistema, uma grande reforma política, mas não pela cartilha do PT e/ou PSDB, que são muito parecidas, mas reformas que realmente representem os anseios do povo e as necessidades do país.

Preocupa-me os discursos inflamados de Lula e Aécio, e outras lideranças menores, discursos de cisão e ódio, dividindo a população ao meio, colocando, cada um, a culpa de tudo no outro grupo, dizendo um que o país afunda por causa dos eleitores do PT, dizendo outro que o país está afundando por causa de uma articulação golpista do outro grupo..

Se ambos sabem que as medidas seriam de qualquer forma adotadas por quem ganhasse, porque tanta briga? Certamente não é pelo povo, é pelo poder e o controle financeiro das propinas, que já sabemos incluir ambos os partidos.

Esse discurso de ódio é fascista e perigoso, como qualquer forma de nacionalismo exacerbado, já está chegando ao ponto de usarem expressões como “colocar exército nas ruas” (ao invés de manifestantes), “porrada”, “guerra”, dentre outros. Chegamos ao ponto de ter visto postagens nas redes sociais sendo convocados para a manifestação do 15, lutadores de academias para “conter” o MST.

Esse discurso insuflado de raiva entre as partes vem dividindo o país desde a eleição, quando começaram ataques do sul e sudeste contra o norte e nordeste, tal forma de manifestação de lideranças é, no mínimo, irresponsável e criminosa. Lula se aproveita do povo para aparecer como o salvador da pátria e PETROBRÁS, bradando, quase parafraseando Getúlio, que “A PETROBRÁS É NOSSA”, já preparando sua campanha para 2018, quer aparecer como o líder que salvou o país da Direita golpista, como se o atual Governo do PT não trabalhasse em prol de latifundiários, agronegócio, banqueiros, empresários e multinacionais. Aécio, por sua vez, que o mesmo título, sob a alegação que salvou o país de uma revolução bolivariana e dos saqueadores do PT, como se o PSDB não estivesse comprometido com os mesmos grupos e “atolado até o pescoço” em escândalos e desvios de dinheiro público.

Interessante observação deve ser feita sobre o papel da Rede Globo. O PT acusa a emissora de estar querendo dar um golpe e que a PETROBRÁS seja privatizada. Em primeiro lugar esse petróleo não é nosso ha muito tempo, ilusão de quem acha que é, PSDB e PT já leiloaram os campos de perfuração para quem bem quis os explorar. Em segundo lugar, se a Globo quer dar um golpe e afundar a PETROBRÁS, porque a empresa continua anunciando na emissora? Por que motivo o PT ainda não executou os impostos devidos? Por que motivo o governo do PT renegociou a dívida da emissora com o Banco do Brasil? Grandes jogadas comerciais e políticas se escondem por trás disso tudo, as quais, talvez, nunca teremos acesso ou informação.

Enquanto manobram o povo, focam em manifestações pró e contra, o Congresso Nacional virou uma casa de Lordes, quase 50% de representantes milionários, que farão tudo pelo povo, menos sair das costas dele e parar de explorar, bem como nunca legislarão pelo povo. A bancada religiosa cresce e se fortalece, nada contra as religiões, aliás, tudo contra, nada contra a religiosidade, pois essas religiões são intolerantes, têm o mesmo discurso de cisão e ódios, são fundamentalistas. Leis já são propostas com fundamentos religiosos, estão tentando evangelizar as Leis, se o povo não focar em reformas do sistema, em reforma política, em breve corremos o risco de estarmos voltando à era da teocracia fundamentalista.

Temos que tomar cuidado, além de uma luta entre direita e esquerda, burgueses e proletários como tentam colocar os PTistas (embora a luta de classes exista, mas não da forma que tentam nos empurrar goela abaixo), corremos o risco de travarmos uma guerra religiosa entre o bem e o mal, entre os puros e impuros. A  “distinção dos puros e bons em meio à degeneração e ao caos, é exatamente o que nutre a violência do fascismo. Na perigosa dança entre fascismo e anti-fascismo é preciso, pois, ficar esperto e se movimentar sempre, para não se surpreender, de uma hora para outra, do lado errado”.(Rodrigo Guerón)

Por conta dos discursos inflamados e intolerâncias dos lados – sim, dos lados, o país está se dividindo – jornais estrangeiros, timidamente, já começam a publicar que o Brasil se encontra a beira de uma guerra civil.

Na guerra de lideranças, denúncias de ambas as partes, o país mergulhou em uma gigantesca onda de descrédito de suas instituições. Quando começam a falar nas listas de políticos envolvidos em escândalos, quando começam a falar nos crimes cometidos, me parece lista de chamada em presídio.

Nem 13, nem 15, impeachment do sistema. Vamos para as ruas sim, vamos exigir que todos os escândalos sejam investigados com transparência, que todos os culpados sejam presos, é inadmissível sabermos que o dinheiro foi parar até em conta de “bicheiro” e traficante internacional e ficarmos de braços cruzados. Vamos dizer não a todas as lideranças, políticas e sindicais, vamos para as ruas e nos sentarmos, cruzarmos os braços, vamos atacar esse sistema capitalista, essa política consumista que substituiu o ser pelo ter, onde é mais sensível, no bolso, vamos parar o país, vamos parar a produção até que mudem o sistema.

Vamos mudar esse país na marra, pois eles não vão fazer nada para mudar, somente querem o poder, é uma briga que mais se parece com uma disputa territorial por quadrilhas.

O poder é do povo, se não nos derem vamos tomá-lo.

 

 

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Aliados do governador Sérgio Cabral teriam recebido propina, diz revista Época


Jornal do Brasil
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2014/03/01/aliados-do-governador-sergio-cabral-teriam-recebido-propina-diz-revista/

Durante a Operação Castelo de Areia, a Polícia Federal apreendeu documentos que indicariam que o secretário de Governo do Rio, Wilson Carlos Carvalho, e Carlos Emanuel Miranda, sócio do governador Sérgio Cabral (PMDB), teriam recebido propina da empreiteira Camargo Corrêa após o Estado renovar concessão do metrô. A denúncia está em reportagem da revista Época.

De acordo com a publicação, a propina teria sido paga depois que a Opportrans, controladora da Metrô Rio até 2008, quitou dívida do governo do Rio junto à empreiteira. Ambos teriam recebido, segundo a Época, valores que correspondiam a 5% do negócio, de cerca de R$ 40 milhões. Em 2010, a Camargo Corrêa foi a principal doadora na reeleição de Cabral, com R$ 1 milhão. O governo antecipou em dez anos a renovação do contrato da Opportrans e ainda a estendeu por mais 20 anos, até 2038.
Reportagem traz denúncias contra aliados de Sérgio Cabral

Veja trechos da reportagem:

“O contrato assinado entre o governo do Estado, Opportrans e Camargo Corrêa estipulou a dívida com a construtora em R$ 40 milhões. Segundo o contrato, ela deveria ser paga em 12 parcelas mensais, a partir de 27 de janeiro de 2008. As duas primeiras parcelas seriam de R$ 3,35 milhões, e as demais dez de R$ 3,33 milhões. Do sétimo mês em diante, o valor sofreria correção monetária. A correspondência é impressionante com tabelas e e-mails apreendidos nos escritórios e residências do ex-vice-presidente e então consultor da Camargo Corrêa, Pietro Bianchi – apontado pela PF como o principal operador do esquema –, e do doleiro Kurt Pickel, acusado de enviar o dinheiro dos beneficiários ao exterior. Ambos foram presos na operação.

Nos e-mails e manuscritos de Bianchi, aparecem menções a percentagens destinadas a nomes em código e abreviaturas. Segundo a PF, Wilson Carlos era identificado nas anotações como “Secret. Gov Wilson”, “Secret. Wil”, “Secret. C.C. Wilson”, “Wilson” e “Wils”. Bianchi costumava usar nomes de animais para se referir a alguns destinatários do dinheiro. Miranda, o ex-sócio de Cabral, aparece uma vez como “Carlos Miranda” e outras três vezes, segundo a PF, como “avestruz”.

As anotações referentes aos dois sempre vinham relacionadas à “dívida do Metrô RJ” e a um valor em reais, seguido de um cálculo de 5% desse valor. Os 5% aparecem com um código. Por exemplo: “R$ 3,35 milhões, 5% – R$ 167.500 – Secret.Gov.Wilson”. De acordo com a PF, esses 5% eram o quinhão devido a Wilson Carlos ou a Carlos Miranda. Na época da apreensão, a PF desconhecia o acordo para o pagamento da dívida do metrô, apesar de ele ter sido publicado no Diário Oficial. Por isso, não pôde estabelecer no inquérito uma relação entre essas anotações e os pagamentos feitos pela Opportrans à Camargo Corrêa.”

>> Veja aqui a íntegra da reportagem

A assessoria de imprensa da Camargo Corrêa, afirmou que o acordo triangular com o Estado e o Metrô Rio “foi homologado pela Justiça”.

Já o governo do Rio afirmou que o secretário Wilson Carlos “jamais recebeu dinheiro desse ou de qualquer outro acordo que envolva o Estado e nunca teve conta no exterior”. Além disso, disse que Carlos Miranda foi sócio de Cabral “em uma empresa que deixou de operar há mais de sete anos e já foi extinta”.

 
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Publicado por em 1 de março de 2014 em Notícias e política

 

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BBC BRASIL: Lista aponta 10 ‘práticas de corrupção’ comuns no dia a dia do brasileiro


Mariana Della Barba – Da BBC Brasil em São Paulo

Protesto AFP

Protesto anti-corrupção em Brasília: especialista avalia que jovens estão mais conscientes

Quase um em cada quatro brasileiros (23%) afirma que dar dinheiro a um guarda para evitar uma multa não chega a ser um ato corrupto, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais e o Instituto Vox Populi.

Os números refletem o quanto atitudes ilícitas, como essa, de tão enraizados em parte da sociedade brasileira, acabam sendo encarados como parte do cotidiano.

“Muitas pessoas não enxergam o desvio privado como corrupção, só levam em conta a corrupção no ambiente público”, diz o promotor de Justiça Jairo Cruz Moreira.

Ele é coordenador nacional da campanha do Ministério Público “O que você tem a ver com a corrupção”, que pretende mostrar como atitudes que muitos consideram normal são, na verdade, um desvirtuamento ético.

Como lida diariamente com o assunto, Moreira ajudou a BBC Brasil a elaborar uma lista de dez atitudes que os brasileiros costumam tomar e que, por vezes, nem percebem que se trata de corrupção.

  • Não dar nota fiscal
  • Não declarar Imposto de Renda
  • Tentar subornar o guarda para evitar multas
  • Falsificar carteirinha de estudante
  • Dar/aceitar troco errado
  • Roubar TV a cabo
  • Furar fila
  • Comprar produtos falsificados
  • No trabalho, bater ponto pelo colega
  • Falsificar assinaturas

“Aceitar essas pequenas corrupções legitima aceitar grandes corrupções”, afirma o promotor. “Seguindo esse raciocínio, seria algo como um menino que hoje não vê problema em colar na prova ser mais propenso a, mais pra frente, subornar um guarda sem achar que isso é corrupção.”

Segundo a pesquisa da UFMG, 35% dos entrevistados dizem que algumas coisas podem ser um pouco erradas, mas não corruptas, como sonegar impostos quando a taxa é cara demais.

Otimismo

Mas a sondagem também mostra dados positivos, como o fato de 84% dos ouvidos afirmar que, em qualquer situação, existe sempre a chance de a pessoa ser honesta.

A psicóloga Lizete Verillo, diretora da ONG Amarribo (representante no Brasil da Transparência Internacional), afirma que em 12 anos trabalhando com ações anti-corrupção ela nunca esteve tão otimista – e justamente por causa dos jovens.

“Quando começamos, havia um distanciamento do jovem em relação à política”, diz Lizete. “Aliás, havia pouco engajamento em relação a tudo, queriam saber mais é de festas. A corrupção não dizia respeito a eles.”

No Rio, manifestantes defendem “limpeza” no governo

“Há dois anos, venho percebendo uma grande mudança entre os jovens. Estão mais envolvidos, cobrando mais, em diversas áreas, não só da política.”

Para Lizete, esse cenário animador foi criado por diversos fatores, especialmente pela explosão das redes sociais, que são extremamente populares entre os jovens e uma ótima maneira de promover a fiscalização e a mobilização.

Mas se a internet está ajudando os jovens, na opinião da psicóloga, as escolas estão deixando a desejar na hora de incentivar o engajamento e conscientizá-los sobre a corrupção

“Em geral, a escola é muito omissa. Estão apenas começando nesse assunto, com iniciativas isoladas. O que é uma pena, porque agora, com o mensalão, temos um enorme passo para a conscientização, mas que pouco avança se a educação não seguir junto”, diz a diretora. “É preciso ensinar esses jovens a ter ética, transparência e também a exercer cidadania.”

Políticos x cidadão comum

Os especialistas concordam que a corrupção do cotidiano acaba sendo alimentada pela corrupção política.

Se há impunidade no alto escalão, cria-se, segundo Lizete, um clima para que isso se replique no cotidiano do cidadão comum, com consequências graves. Isso porque a corrupção prejudica vários níveis da sociedade e cria um ciclo vicioso, caso de uma empresa que não consegue nota fiscal e, assim, não presta contas honestamente.

De acordo com o Ministério Público, a corrupção corrói vários níveis da sociedade, da prestação dos serviços públicos ao desenvolvimento social e econômico do país, e compromete a vida das gerações atuais e futuras.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/11/121024_corrupcao_lista_mdb.shtml

 
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Publicado por em 4 de novembro de 2012 em Notícias e política

 

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