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Educação Inclusiva e outros direitos das pessoas com deficiência


 
 

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GERAÇÃO PERDIDA, A QUEM INTERESSA?


Em 2013, O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, afirmou que o projeto das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) não seria encerrado, mas reconheceu que, mesmo com a expulsão das facções do crime organizado, “não é possível” acabar com o tráfico de drogas, nem com a violência nos bairros pobres, onde ainda se escondem alguns membros das organizações criminosas e onde existem “várias gerações” de famílias que trabalharam para elas.
“O Rio de Janeiro tem essa história e vamos, talvez, perder uma geração para mudar um quadro [de violência] …” Vejo hoje isso seguido à risca, com endosso de todas as autoridades ha um verdadeiro extermínio de jovens nas periferias, aliado a isso, veladamente, uma “higienização” étinica levando, é claro, em conta a cota social, ou seja, preferencialmente tem que ser jovem, negro ou descendente e pobre. Isso com o olhar seletivo da grande mídia, que assim como a justiça, vendou os olhos.
Parece-me, que com os cortes na educação, cortes em bolsas de estudo, demissões de educadores, fechamento de escolas e salas de aula, salas abarrotadas, estados acabando com o EJA, que faz parte desse “trabalho” previsto pelo, então, Secretário. Não ha emprego para todos, então reduz a oferta de formação e qualificação profissional, cria uma geração de jovens sem escola e emprego, que vai para informalidade ou crime, onde fica mais fácil exterminá-los. Não obstante, tais medidas favorecem os filhos da classe média e classes mais altas, que vão para escolas, cursos e universidades particulares e terão empregos garantidos pois a oferta de mão-de-obra será menor.
Estamos à beira de um colapso social que pode nos levar a uma onda de violência jamais vista em nosso país, talvez a uma guerra civil.
Não vejo como tal quadro mudar dentro do sistema capitalista onde o Congresso Nacional virou a Casa dos Lordes, quase metade dela é composta de milionários que jamais irão sair das costas do povo trabalhador ou desempregado, uma bancada elitista que atribui a violência ao pobre, e não à pobreza e concentração de renda.
PT, PMDB, PSDB, DEM etc, não importa qual o partido, não são os partidos, são as pessoas lá colocadas por influência da grande mídia e o dinheiro das grandes empresas, símbolo máximo do capitalismo, é o modelo de democracia capitalista que está errado.
A sociedade civil que consegue enxergar além de seu próprio umbigo, que pensa na nação que quer deixar para seus filhos e netos, tem que se unir, independente de partidos, de correntes e linhas de filosofia política, em prol de uma nova proposta. Tudo que a direita capitalista quer é uma esquerda dividida e brigando entre si.
Ou acabamos com tudo isso, ou isso e eles, vão acabar conosco.

milionarios

 

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NÃO VAI TER COPA! OU VAI?


559936_10152313351241942_1424795714_n Sim, vai ter copa. O “NÃO VAI TER COPA” virou palavra de ordem, uma simbologia para protestar contra a corrupção e manipulação das massas que tal empreendimento têm demonstrado. A COPA virou símbolo de todos os absurdos que ocorrem no que envolve o poder público brasileiro, o ponto de referência comparativo entre o que é feito com dinheiro arrecadado nos altos impostos, como é aplicado, a que interesses servem, enquanto o povo morre a míngua em filas de hospitais públicos, com estradas e rodovias abandonadas, com falta de saneamento, escolas destruídas, entre tantos outros serviços públicos de péssima qualidade que a 8ª economia do mundo oferece aos seus cidadãos. Sim, vai ter copa, mas não a copa que o mundo espera ver, será uma copa de conflitos e enfrentamentos, será o momento em que mostraremos ao mundo a indignação popular, será o evento que irá colocar o governo brasileiro nu frente a opinião pública mundial. Certamente teremos mascarados que irão tirar a máscara de políticos corruptos e os expor frente as câmeras de todo o mundo. Sim, vai ter copa, mas não a copa dos sonhos de Pelé, Ronaldinho, Rede Globo, Lula, Dilma, FIFA e companhia, será a copa dos pesadelos…

 

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em DIREITO&SOCIEDADE

 

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O Chile inicia sua grande batalha contra a desigualdade


Michelle Bachelet assume a presidência em meio a enormes expectativas sobre a reforma na educação

FONTE: EL PAÍS EM PORTUGUÊS  Valparaíso

A socialista Michelle Bachelet, a pediatra de 62 anos que se transformou em 15 de dezembro na primeira mulher reeleita no Chile, assume nesta terça-feira no Congresso de Valaparaíso a presidência de um país que não está para brincadeiras. O conservador Sebastián Piñera deixa em suas mãos uma nação que está há quatro anos crescendo ao ritmo de 5,5%, um ponto acima da média na América Latina. Bachelet hera “uma economia saudável, uma democracia estável e uma cidadania fortalecida e consciente de seus direitos”, como ela mesma reconheceu no dia de sua vitória. Mas herda também um dos países mais desiguais do continente, um país onde a educação de qualidade é algo inconcebível para qualquer família humilde.

Bachelet chegou à presidência com a firme promessa de erradicar a desigualdade e já anunciou 50 medidas urgentes para os três próximos meses. Está à sua espera uma sociedade tão cheia de expectativas quanto exigente; uma sociedade que forçou, antes de assumir o poder, a se desfazer de quatro pessoas nomeadas para seu Governo.

Bachelet anunciou a composição de seu Governo no final de janeiro. Depois, o país entrou em um período de férias de verão em que nada se mexe no panorama político até que em março comecem as sessões do Legislativo. Mas no princípio de fevereiro Claudia Peirano, que iria ser a subsecretária de Educação, já renunciava. Peirano tinha se transformado em alvo do movimento estudantil por se declarar contra a educação universal gratuita e ser dona de uma consultoria que assessora colégios subvencionados . Bachelet dava assim seu primeiro passo em falso justo na educação, onde a sociedade chilena se mostra mais sensível.

Pouco depois, aquele que iria ser vice-ministro de Agricultura, Hugo Lara, se demitiu por estar envolvido em um delito econômico. Quase ao mesmo tempo renunciou o futuro subsecretário de Bens Nacionais, Miguel Moreno, que foi multado por “ofensa ao pudor”, depois de tocar no glúteo de uma mulher no metrô. Finalmente, há apenas quatro dias, Bachelet teve de liberar a sua futura vice-ministra de Defesa, Carolina Echeverría. Várias organizações de defesa de direitos humanos acusaram o pai dela, Víctor Echeverría, oficial reformado do Exército, de ter sido torturador durante a ditadura de Pinochet. Echeverría condenou o golpe “sem reservas”, mas declarou em uma entrevista que ama o pai e que acredita na Justiça.

Agora Bachelet tem pela frente quatro anos para transformar o Chile em um país de maior justiça social. A partir de agora, talvez Bachelet possa inspirar-se no discurso pronunciado pelo presidente uruguaio, Joé Mujica, quando assumiu o cargo em 2010: “Educação, educação, educação… e outra vez educação. Os governantes deveriam ser obrigados todas as manhãs a preencher páginas, como na escola, escrevendo cem vezes: ‘devo encarregar-me da educação’. Porque aí se antecipa a cara da sociedade que virá”.

Bachelet declarou na semana passada que seu maior desafio é “fazer uma reforma educacional que permita dar oportunidade a todos”. Para financiar uma educação gratuita e de qualidade ela vai precisar reformar o sistema tributário, outra de suas grandes promessas. E tudo isso sem esquecer um de seus maiores compromissos: a redação de uma nova Constituição. Além disso, terá de levar adiante a descriminalização do aborto no caso de gravidez resultante de estupro, inviabilidade do feto ou risco de morte da mãe. Também se espera dela que se una ao Uruguai e à Argentina na aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Todas essas são tarefas hercúleas se se levar em conta que sua legenda, a Nova Maioria, não é um partido disciplinado e homogêneo, mas uma aliança com um enorme espectro ideológico, que inclui desde os comunistas até os democratas-cristãos. O comparecimento em Valparaíso do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, já fez surgirem as primeiras divergências entre os democratas-cristãos e os comunistas de sua aliança.

A Nova Maioria, de Bachelet, elegeu nas legislativas de 17 de novembro 68 deputados (de um total de 120) e 21 senadores (de 38). Foi um resultado suficiente para promover as reformas prometidas, embora não seja folgado. De qualquer modo, suficiente para superar as carências de um modelo de consumo e crescimento do qual milhões de pessoas se sentem excluídas.

Depois de saber da vitória em 15 de dezembro, Bachelet reconheceu a obra de outros Governos: “Construímos um país do qual podemos nos sentir orgulhosos”. E também as carências: “Por que construímos tudo isso, nesta terça-feira temos de nos impor um desafio muitíssimo mais elevado”. O desafio ela se impôs e a sociedade a vem lembrando disso.

 

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Notícias e política

 

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86 VIDEOS SOBRE INCLUSÃO E EDUCAÇÃO ESPECIAL (YOUTUBE)


 
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Publicado por em 29 de junho de 2013 em educaçãp e cultura

 

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Mercosul terá incentivo à concessão de bolsas de estudo e a pequenos empreendedores


A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (7) que serão criados dois programas de incentivo à educação, ciência, tecnologia e inovação nos países que integram o Mercosul: o Sistema Integrado do Mercosul (SIM), cujo objetivo é a concessão de bolsas de estudo, e o Ciência e Tecnologia do Mercosul, que se destina às empresas de pequeno porte.

Na abertura da Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, no Palácio do Itamaraty, Dilma disse que o SIM pretende ampliar a concessão de bolsas de estudo na região e que o programa destinado às empresas de pequeno porte quer estimular a participação dos pequenos empreendedores com “vocação” de investimentos no mercado regional.

Os negociadores brasileiros, que participam das reuniões, disseram que ambos os temas estão sendo tratados pelas áreas específicas. No caso do Brasil, os ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação, e da Indústria e Comércio. Os detalhes de ambos os programas estão em fase final de definição.

Dilma está reunida com os presidentes Cristina Kirchner (Argentina), José Pepe Mujica (Uruguai), Rafael Correa (Equador) e Evo Morales (Bolívia), além de Donald Ramotar (Guiana) e Desi Bouterse (Suriname), da vice-presidenta do Peru, Marisol Cruz, e dos vice-chanceleres Alfonso Silva (Chile) e Monica Lanzetta (Colômbia), assim como o ministro de Minas e Energia da Venezuela, Rafael Ramírez.

O Mercosul é formado pelo Brasil, pela Argentina, pelo Uruguai, pela Venezuela e pelo Paraguai – que está suspenso do bloco até abril de 2013. O Chile, o Equador, a Colômbia, o Peru e a Bolívia estão no grupo como países associados.Com a entrada dos venezuelanos, o Mercosul passa a ter um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 3,32 trilhões e uma população de 275 milhões.

 
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Publicado por em 7 de dezembro de 2012 em Notícias e política

 

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Jovens defendem educação de qualidade nos países do Mercosul


Jovens de países do Mercosul pedem educação de qualidade e defendem que só um ensino público e de amplo acesso é capaz de promover o desenvolvimento dos estados membros. Eles pedem também um modelo de educação único para os países da região e citam a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) como um exemplo positivo de integração. A discussão fez parte do diálogo especial sobre Juventude e Democracia que marcou hoje (5) o fim das reuniões dos grupos da Cúpula Social do Mercosul.

Manuela Braga, representante da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) disse que o Brasil tem experiência positivas, mas ainda precisa muito que avançar na área da educação. Ela defende um projeto único para o Mercosul. “Precisamos desenvolver isso, precisamos de um projeto único que favoreça nossa soberania e que beneficie não só estudantes, mas professores e trabalhadores”, disse.

Uma das iniciativas é a Unila, criada pela Lei nº 12.189/2010, vinculada ao Ministério da Educação do Brasil. A universidade tem o objetivo de ser um centro de integração latino-americano no desenvolvimento regional, de intercâmbio cultural, científico e educacional do Mercosul.

O argentino Federico Montero, coordenador-geral da Casa Pátria Grande Presidente Néstor Kirchner, acredita na educação como pré-requisito para a participação política, pela qual é possível consolidar um modelo de desenvolvimento diferente. Montero repete as palavras da presidenta argentina, Cristina Kirchner: “O melhor lugar da juventude é na política”.

Este ano, a juventude é destaque na Cúpula Social e 2012 é o chamado Ano da Juventude no Mercosul – Construindo um Novo Protagonismo. Atualmente mais de 70 milhões de jovens entre 15 e 29 anos vivem na região.

 
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Publicado por em 6 de dezembro de 2012 em Notícias e política

 

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