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COMISSÃO DE IMPEACHMENT – AUDIÊNCIA PÚBLICA, JANAINA PASCHOAL E ADVOGADO GERAL DA UNIÃO JOSÉ EDUARDO CARDOZO


Aqui estão os vídeos da audiência Pública, da defesa e dos autores do pedido de impeachment da Presidente Dilma Rouseff. Fundamentais para quem ainda não entendeu o que está acontecendo ou que quer ter um posicionamento mais fundamentado. O Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo nos dá uma aula sobre cidadania e constitucional em sua fala, vale ver.

 

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Ayrton Becalle, Dr. Ozéas Lopes, Dr. Antônio Carlos Cardozo e Cantarelli– Programa 5 – Conexão Maricá – TV Copacabana WebTv


Programa Conexão Maricá do dia 26/03/2016, convidado o Jurista e Professor, Doutor Ozéas Lopes, que dissertou sobre Estado Democrático de Direito, Cidadania, Democracia, Garantias e prerrogativas, uma verdadeira e bem clara aula de Direito Constitucional sob uma visão sociológica aplicada aos atuais fatos que ocorrem no país.

 

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O “PANELAÇO” PRESIDENCIAL


Elvira Senna é Socióloga e Historiadora formada pela UFRJ

1382377_503380296424981_2027013800_n  Quando leio justificativas do não panelaço fico me perguntando, aonde se encontram os filhos daqueles que são a favor do PT, com certeza estão nas escolas particulares em sua maioria, não misturam seus filhos com os dos trabalhadores pobres, apoiam muitas vezes professores autoritários e descontextualizados, fazem parte da máquina estatal e com ela reformam suas casas, compram carros e fazem viagens semanais, enquanto os que dizem não a esse governo mentiroso e hipócrita estão com seus filhos nas escolas públicas, pois tem a consciência que fazem parte do povo e com o povo , lutam por escola pública de boa qualidade, lutam pela melhoria para os profissionais de educação. Compactuar com as mentiras desse desgoverno é simplesmente lutar pelos seus próprios interesses, assim como fazem as elites desse país, pois já se tornaram elite e não querem sair do topo da piramide. Não pude fazer panelaço, pois minhas panelas guardam a comida, não podem ser amaçadas, não xinguei porque as vozes da periferia somente são ouvidas pela repressão com fuzis nas mãos, mas bem que gostaria de ser ouvida. Enfim , nós trabalhadores não podemos mais compactuar com as mentiras da bolsa família, 167,00 não dá nem para a cesta básica, gostaria de mandar enfiá-la no c…, daqueles que fazem propaganda para manter seu status, se o trabalhador que ganha essa mísera bolsa não meter a mão na massa vê seus filhos passarem fome….Não aguento mais as propagandas governamentais em saúde…perco todos os dias um conhecido na fila do SUS… Não aguento mais ver a propaganda da escola inclusiva quando o que me apresentam é a excludente, sinto isso todos os dias quando deixo meu filho na porta da escola…programas midiáticos… sem nenhuma preparo para os educadores…desgastes e desconforto. Não aguento mais ver o enriquecimento de empresários têxtil vendendo uniforme para escola pública, …um grande filão de mercado, …um negócio milionário…enquanto não há verba para salário digno de educadores…Enfim como eu gostaria de gritar bem alto um grande palavrão que ecoasse em uma dimensão bombástica para que todos eles fossem para a pqp. .

Eis aqui a explicação do silencioso panelaço da periferia e seus mudos gritos. Tenho certeza que a Maré, O Alemão e outras comunidades mais gostariam de se manifestar contra o Estado Mínimo e a intervenção militar que vivem, com energia caríssima, sem água, sem saúde e liberdade,. Mas como se vivem o terror diário da dominação de um Estado fascista? Certamente um panelaço alí somente justificaria e abafaria os tiros de fuzis, que aconteceriam sob a justificativa de terem pensado que o barulho das panelas era para abafar um ataque às forças militares e UPPs. Como fazer panelaço onde até manifestações pacificas têm sido reprimidas a tiros, bombas e porradas?

Todos querem saber quem bateu panela e xingou Dilma, em uma tentativa de descaracterizar uma reação de cidadania em um estado democrático. Não importa quem, sim o motivo. E não me venham dizer que foram burgueses com raiva do PT por esse ser um partido que trabalha para o povo. O PT há muito representa banqueiros, empreiteiros, concessionárias e outros empresários, protegendo o lucro desses sufocando o povo com juros e aumentos de preços. Aliás, para o povo somente vejo achatamento do poder aquisitivo e padrão de vida, enquanto o PT favoreceu em doze anos o surgimento de, nada menos que, 70 bilionários às custas do sacrifício do povo.

 
 

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LUTA DE CLASSES EXISTE SIM – ELVIRA SENNA


Elvira Senna é Socióloga e Historiadora formada pela UFRJ

1382377_503380296424981_2027013800_n   Tenho lido postagens cuja temática é a luta de classe, dizer que ela não existe significa ir contra toda a teoria marxista, o que seria um absurdo, pois ela éintrínseca ao sistema capitalista, no entanto afirmar que O PT é a alternativa viável para minimizar as contradições é anacrônico. O comportamento das lideranças desse país, como a Presidente Dilma, tem reafirmado a indignação de muitos que apoiam e lutam por um país mais igualitário. Essa indignação é relevante, pois essas lideranças apoiam o agronegócio, o consumismo, o arrocho salarial, políticas assistencialistas coronelistas…além de terem posturas extremamente elitistas, como a que ocorreu em 10/03/2015, na reunião dos empreendimentos da Construção Civil, virando as costas para os trabalhadores e se sentando à mesa para negociar com empresários… Essas postagens nitidamente com características odiosas, ódios muitas vezes justos, esquecem de refletir como essa s lideranças vivem em suas práticas diárias: em belos palácios, rodeados de luxo e riquezas, só curam suas enfermidades em hospitais considerados hotéis 5 estrelas, com alta tecnologia, não vivem com mísera bolsa família ou salário mínimo, se aposentam com 8 anos de mandato, levando com eles todos os benefícios da tão odiada classe burguesa. Será que eles não são burgueses também? Lógico que sim, suas práticas comprovam isso, o que me faz reafirmar que ideologia, não passa de um maranhado de mentiras…Somente a prática verdadeiramente democrática nos libertará dessa falácia que é a política brasileira. E prática verdadeiramente democrática não é discurso preparado por marqueteiros, é taxação de fortunas, é o fim da especulação financeira, é o fim da terceirização no serviço público ( que alias é uma prática muito comum nos governos do PT ), é o fim da flexibilização dos direitos dos trabalhadores, é o fim da privatização da saúde e educação… Reflitam, existe outras alternativas possíveis, para que possamos mudar a CARA DOS TRABALHADORES BRASILEIROS de desesperada para feliz … , e dessa eu me incluo…

 

 
 

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Mário Couto anuncia que vai pedir o ‘impeachment’ da presidente Dilma Rousseff


Da Redação e Da Rádio Senado

O senador Mário Couto (PSDB-PA) anunciou que vai protocolar, nesta quarta-feira (26), na Câmara dos Deputados, o pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.

Ele acusa a presidente de ter praticado crime de improbidade administrativa, por aprovar, em 2006, a compra de uma refinaria nos Estados Unidos, com base em um laudo falho, que recomendava a transação.

À época, Dilma Rousseff era presidente do Conselho de Administração da Petrobras, órgão responsável por aprovar a operação, lembrou Mário Couto.

– A nossa presidente sabia. Ela que não veio fazer a mesma coisa que o lula, que nunca sabe e nunca viu. a nossa presidente sabia. Ela declarou isso por escrito, que ela sabia – disse o senador.

Mário Couto ainda lamentou que o governo destine dinheiro público para financiar obras em Cuba, um país que, segundo afirmou, é governado por um ditador que matou muitas pessoas.

Ele ainda criticou os gastos do governo com as obras da Copa do Mundo. No caso de Brasília, ressaltou o senador, o estádio construído é o mais caro de todos e o Distrito Federal tem apenas quatro equipes profissionais de futebol.

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Notícias e política

 

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EL PAÍS: O Brasil perde nota de crédito com ameaça de risco de racionamento


Aconteceu o que muitos analistas já previam. A agência de classificação de risco Standard&Poors (S&P) reduziu nesta segunda-feira, 24, o rating de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil de BBB, que vigorava desde novembro de 2011, para BBB-. O país ainda fica dentro do grau de investimento, mas a nota cai como uma luva para os opositores do Governo, que reclamam da condução da economia pela equipe da presidenta Dilma Rousseff.

baixo volume de investimentos, a “derrapagem orçamentária” do Governo e os problemas do setor elétrico são algumas das razões que levaram a agência a rever a avaliação do país. “A implementação de medidas recentemente anunciadas para gerenciar as perdas do setor elétrico com um crescimento limitado das tarifas de energia em um ano eleitoral pode ser desafiante”, diz o comunicado da S&P. André Loes, economista-chefe do HSBC, era um dos que apostavam na queda da nota de risco brasileira, por causa dos problemas no setor elétrico. “Embora o Governo tenha feito bem em anunciar um ajuste fiscal, em fevereiro, ao admitir eventuais problemas de abastecimento reduziu a confiança na sua gestão”, afirma Loes.

Uma equipe da S&P esteve no Brasil na semana de 10 de março para ouvir o plano do Governo para ajustar as suas contas. Ouviram da equipe econômica a promessa de um ajuste fiscal. No mesmo dia dessa reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, entretanto, um anúncio oficial do Governo avisava que seria necessário um plano de emergência para salvar as distribuidoras de energia, prejudicadas pela escassez de chuvas no início do ano. O anúncio foi feito pelo próprio Mantega: as distribuidoras precisarão de 4 bilhões de reais extras, que sairão do Tesouro Nacional, além de 8 bilhões de reais que serão captados no mercado. A informação entrava em choque com a promessa de economia de recursos feita pelo ministro.

As incertezas começam a alterar as projeções de crescimento da economia –que já eram modestas– para este ano

Para o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, seria uma “grande novidade” se o Governo conseguisse gastar menos num ano de disputa eleitoral. “Pela primeira vez, desde a época da redemocratização, isso aconteceria. Temos um quadro de relativa paralisia e a perspectiva de mais quatro anos do mesmo Governo assusta muito gente”, diz. No entanto, ele reconhece que a equipe de Dilma Rousseff admitiu alguns equívocos, como a chamada contabilidade criativa para fechar as contas públicas.

Mesmo com esse esforço, o Governo não conseguiu convencer os analistas. Para o economista Alexandre Schwartsman, que foi diretor do Banco Central, há varias razões para a S&P ter rebaixado a nota do Brasil. “A escassez de energia e o fato de que o Governo vai ter de colocar mais dinheiro nesse setor é uma delas. Além disso, existe um descrédito em relação às contas públicas. Brasília afirma que vai cortar o orçamento, mas o que o S&P e todos os analistas engajados veem é que os gastos estão aumentando”, diz.

Ao admitir eventuais problemas de abastecimento, o governo reduz a confiança na gestão

André Loes, economista-chefe do HSBC

O risco de racionamento de energia é real, mas não se sabe exatamente quando. O assunto é sensível. A negativa de algumas empresas de conceder entrevistas ao EL PAÍS para falar sobre isso revela que optou-se pelo silêncio quando as especulações tomam conta do mercado. “Os ânimos estão muito exaltados”, explicou uma fonte que preferiu se manter no anonimato. Isso porque o Governo tenta manter o otimismo no setor privado, e fugir das apostas da ‘fracassonomia’, que proliferam num país traumatizado com o apagão que o tomou em 2002.

Otimismo, entretanto, não enche reservatório na velocidade necessária. O mais recente levantamento do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), divulgado no último dia 21, aponta que os reservatórios da região Sudeste e Centro-Oeste, a vazão natural média das bacias hídricas, esperada para o mês de março, está em 64%, abaixo da expectativa do Governo federal, segundo uma fonte. Numa reunião realizada no início da semana passada entre representantes do Governo e do setor, a elétrico previsão oficial era de 75% de vazão média, medida esta conhecida pelo termo técnico de média de longo termo (MLT). “A ONS, porém, revisou esse dado. Se não chover em março e abril o necessário, ficamos em situação complicada”, comenta a mesma fonte.

Para especialistas, o problema teve início no ano passado quando o Governo deixou de fechar contratos de compra de energia com as distribuidoras a um preço fixo, na expectativa de que o custo da energia ficasse mais baixo. Se as chuvas tivessem colaborado, o plano poderia ter sido bem-sucedido. Mas São Pedro não colaborou. O custo do Megawatt está sendo comercializado a 822 reais, quase oito vezes mais que o preço pago há um ano.

O mercado está sentindo há algum tempo uma ingerência nas empresas estatais de energia

Luis Miguel Santacreu, analista de risco da Austing Rating

As incertezas na economia já começavam a alterar as projeções de crescimento da economia – que já eram modestas – para este ano. O banco HSBC, por exemplo, que previa uma expansão de 2,2% para este ano, já fala em 1,7%, e, num cenário extremo, a expansão da economia poderia ser nula (zero) se houver um programa de redução de consumo de energia nos moldes do que ocorreu em 2001. Mais ponderado, o banco Morgan Stanley reduziu, na semana passada, sua projeção de 1,9% para 1,5% em função dos ruídos no setor elétrico.

Como a economia é feita de expectativas, pode-se dizer tudo, menos que o país está partilhando do otimismo do Governo. A pesquisa prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getúlio Vargas, divulgada na última sexta-feira, mostrou um recuo de 1,7% em comparação a fevereiro, fechando em 96,8 pontos. É a terceira queda consecutiva, atribuída a uma soma de fatores, incluindo as incertezas no abastecimento de energia, a previsão de juros mais altos e as dificuldades do setor externo.

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Notícias e política

 

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Governo terá que explicar aval à dívida argentina


Assessores da presidente Dilma Rousseff poderão ser convocados pela Câmara dos Deputados para dar explicações sobre aval dado à dívida da Argentina com fundos de investimentos dos Estados Unidos. A informação foi divulgada nesta terça-feira (18) pelo jornal Correio Braziliense afirmando que o governo se declarou “amicus curiae” em carta endereçada aos credores no processo movido em Nova York. O termo, de acordo com a matéria assinada por Rosana Hessel, define o interesse de pessoa ou instituição em processo do qual não faz parte.

A convocação da Câmara, segundo o jornal, poderá ocorrer esta semana. Na disputa dos fundos com a Argentina, afirma a matéria, o Brasil se apresentaria como fiador do governo de Cristina Kirchner, que responde à ação por ter dado calote nos credores. Ontem, a Moody’s rebaixou a nota dos títulos argentinos, devido à queda das reservas do país.

O Brasil, segundo o Correio Braziliense, protocolou a iniciativa na última sexta-feira na Corte de Nova York. A medida foi confirmada pelo advogado da embaixada brasileira em Washington aos representantes dos fundos. “Se fizer isso, o governo estará pedindo para ser rebaixado antes da eleição”, alertou o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale em entrevista para a matéria.

O ministro-interino do Desenvolvimento (Mdic), Mauro Borges, e o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, se reuniram com autoridades argentinas em Buenos Aires na sexta-feira passada para definir o aval. A assessoria de Marco Aurélio, segundo o Correio Braziliense, não comentou o assunto. A do Mdic negou que a garantia tenha sido discutida.

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Notícias e política

 

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