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TEXTO DE AUTORIA DESCONHECIDA RETIRADO DA INTERNET SOBRE A GUINÉ EQUATORIAL E O CARNAVAL.

19 fev

10989116_10153071191855930_6060905254072430850_nO dinheiro de canibalismo, da ditadura e de atrocidades humanas vindos da Guiné Equatorial servem agora para recapitalizar o Banif.
A República da Guiné Equatorial situa-se no oeste da África central
A sua esperança de vida é de 49 anos para os homens e 53 para as mulheres.
A taxa de analfabetismo ronda os 50 %.
É presidida desde 1979 pelo ditador Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, estimado pela revista Forbes o oitavo governante mais rico do mundo, apesar do seu país ser considerado um dos mais pobres do mundo.
O atual ditador Obiang depôs o seu tio Francisco Macías, em 1979 num golpe de estado sangrento e foi depois executado por um pelotão de fuzilamento,.
O ditador Obiang foi eleito em 1996 e 2002 em eleições consideradas fraudulentas pelos observadores internacionais.
A Amnistia Internacional e a Humam Rights Watch consideram o seu regime um dos mais corruptos, sanguinários, etnocêntricos, opressivos e não democráticos do mundo.
A pena de morte é aplicada indiscriminadamente sobre a população e visa particularmente os opositores políticos.
A Guiné Equatorial é hoje essencialmente um estado de partido único, dominado pelo Partido Democrático da Guiné Equatorial (PDGE) de Obiang.
Em 2008, o jornalista americano Peter Maas chamou a Obiang “o pior ditador de África”, pior mesmo que Robert Mugabe do Zimbabué.
Todos os membros com exceção de um dos 100 assentos parlamentares pertencem ao PDGE ou estão alinhados com o partido.
A oposição está severamente desamparada pela falta de imprensa livre como veículo para a propagação das suas ideias.
Cerca de 90% de todos os políticos da oposição vivem no exílio, 550 ativistas anti-Obing estão presos injustamente e vários foram mortos desde 1979.
Em Julho de 2003, a estação de rádio estatal declarou que Obiang era um deus “em permanente contacto com o Todo Poderoso” e que “pode decidir matar sem ninguém o chamar a prestar contas e sem ir para o inferno”.
Obiang tem encorajado o culto da sua personalidade assegurando-se que os discursos públicos terminam em votos de prosperidade para si e não para a república.
Tal como o seu predecessor e outros ditadores africanos tais como Idi Amim ou Mobutu Sese Seko, Obiang atribuiu a si mesmo vários títulos criativos, refer-se a si próprio como El Jefe (O Chefe) e correm rumores de ser canibal.
Vários testemunhos de antigos residentes no país, antes e durante as perseguições, indicam que o canibalismo tem sido utilizado como arma psicológica de guerra.
Apesar da sua imensa riqueza proveniente das suas jazidas de petróleo e da sua exploração o seu povo vive na maior pobreza, miséria e fome, subjugado pela repressão, tortura, morte em resultado do regime tirânico e sanguinário.
Obiang depositou mais de metade de um bilião de dólares em contas controladas por ele mesmo e por sua família no Banco Riggs em Washington.
O seu filho, Teodoro Obiang Nguema resgatou uma propriedade em Malibu, Los Angeles, que custou 30 milhões de dólares, apesar de, oficialmente, ter um salário mensal de 5.000 dólares.
Para sair do isolamento internacional há vários anos que tenta entrar na CPLP.

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Publicado por em 19 de fevereiro de 2015 em Notícias e política

 

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