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GOVERNOS: OS FEITORES DE ESCRAVOS DO SÉCULO XXI

27 jul

Copyrighted_Image_Reuse_Prohibited_607556     Um dia disseram que o homem viraria uma peça das máquinas, outros mais reflexivos disseram que viraríamos meros apêndices, acertaram… Na verdade somos olhados como parasitas das máquinas, governos e empresários nos olham como despesas, como incômodo. Sonham com o dia em que não mais precisarão de ninguém nas linhas de produção, em caixas de bancos e balcões de lojas. Os empresários nos aturam por nos julgarem parasitas necessários, já os governos nos vêm como estatísticas, números e despesas, nos olham como parasitas desnecessários, somos parasitas descartáveis. O sonho dos governantes capitalistas não é acabar com a pobreza, custa caro, é acabar com os pobres, não ter mais que investir em saúde pública, educação pública, transportes de massas, segurança pública para os manter afastados dos ricos e poderosos. Sem pobres diminuiriam o risco país, a evasão escolar, sobrariam produtos para exportar, sobraria dinheiro para a corrupção e empréstimos a empresários. O capitalismo transformou a democracia em fascismo, as classes menos abastadas devem ser silenciadas, ocultadas, mascaradas… Se incomodam, se rebelam, devem ser reclusas ou mortas, não farão falta, existem muitos para substituir, e servirão de exemplo. Vivemos uma mentira, vimemos uma caricatura grotesca de democracia, de igualdade, temos na verdade um feitor de escravos a serviço de grandes corporações, não existe mais governo, existe patrão, senhor de engenho do século XXI. Somente o poder do povo poderá criar um mundo novo, mas sem ditadura do proletariado, pois, enquanto houver uma minoria que decide julgando saber o que o povo quer, haverá uma maioria subjugada e explorada, estaremos trocando apenas o chicote pela chibata. A tendência é que estas falidas democracias, hoje absolutistas e fascistas, se transformem em verdadeiras ditaduras. Temos que repensar governo, fronteiras, propriedade, temos que repensar o ser humano e seus reais valores e, sobretudo, repensar o conceito de igualdade e pô-lo em prática, mesmo que para isso tenhamos que ignorar governos, fronteiras e propriedades….

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Publicado por em 27 de julho de 2014 em Notícias e política

 

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