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MORTE NO RIO – MULHER É ARRASTADA VIVA EM VIATURA – O HORROR DE UMA POLÍCIA DESPREPARADA E PRECONCEITUOSA – (teria a vítima resistido se não tivesse sido cruelmente torturada?)

18 mar

Depois das cenas de absurda violência e despreparo da Polícia Militar do Rio de Janeiro durante protestos e manifestações, a sociedade brasileira se choca com imagens de pura crueldade, uma mulher é arrastada por uma viatura, cerca de 350 mts, presa pela roupa, sendo, após, “jogada” para dentro da mesma com total desrespeito e descaso. No enterro, protestos e revoltas de familiares e amigos que bradam  ser a “PM a vergonha do Brasil”. Vejam o absurdo vídeo no final da postagem. (cenas fortes, não mostrem a crianças).

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Auditoria da Justiça Militar recebe prisão em flagrante de PMs

O Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro determinou hoje (18) que os autos da prisão em flagrante, por cinco dias, dos subtenentes da Polícia Militar (PM) Rodney Miguel Archanjo e Adir Serrano Machado e do sargento Alex Sandro da Silva Alves fossem remetidos à Auditoria da Justiça Militar.

Os três são acusados de negligência na prestação de socorro à auxiliar de serviços Cláudia Ferreira da Silva, após ser baleada no Morro da Congonha, em Madureira, na zona norte do Rio, durante operação da PM no último sábado (15), que acabou arrastada depois de cair do porta-mala do carro dos policiais. A decisão judicial diz que não há “razão para se cogitar de relaxamento da prisão em comento”.

Eles foram indiciados por infringirem o artigo 324 do Código Penal Militar, ao deixarem, no exercício da função, de observar lei, regulamento ou instrução, dando causa direta à prática de ato prejudicial à administração militar.

Mais cedo, o governador do Rio, Sérgio Cabral, declarou que a atitude dos policiais contraria os princípios básicos que devem nortear o comportamento da polícia e, por isso mesmo, eles não ficarão impunes.

A presidenta Dilma Rousseff prestou solidariedade aos parentes de Cláudia nesta manhã.

PMs que arrastaram mulher em viatura vão depor nesta quarta-feira

Os três policiais militares acusados de arrastar o corpo da auxiliar de serviços gerais Cláudia da Silva Ferreira foram convocados a prestar depoimento na 29ª Delegacia de Polícia (DP). Eles serão ouvidos amanhã (19) pelo delegado titular, Carlos Henrique Machado, que cancelou as férias para cuidar do caso. Os depoimentos foram marcados para as 15h, mas podem ocorrer antes ou depois desse horário.

Os policiais estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó, no presídio de Bangu 8. O chefe de investigação da 29ª DP, Claudio Raiol, pede que testemunhas do crime venham até a delegacia depor. Nenhuma testemunha apareceu até o momento. Segundo ele, parentes da vítima foram convocados a depor, mas não compareceram.

Os policiais do 9º Batalhão da Polícia Militar colocaram Cláudia Ferreira no porta-malas de uma viatura, depois de ela ter sido baleada em uma operação no Morro da Congonha, em Madureira, zona norte da cidade, no domingo (16). No caminho para o Hospital Carlos Chagas, o porta-malas se abriu e Cláudia foi arrastada por mais de 300 metros. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a mulher chegou morta ao hospital.

Laudo preliminar da Polícia Civil constatou que a auxiliar de serviços gerais morreu em consequência de um dos dois tiros que recebeu durante ação policial no Morro da Congonha.  O laudo oficial com o atestado de óbito divulgado pela Polícia Civil confirma que a mulher já chegou ao hospital sem vida em razão da “laceração cardíaca e pulmonar de ferimento transfixante do tórax por ação perfurocortante”. O Instituto Médico-Legal (IML) fará perícias complementares.

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Laudo aponta que tiro causou morte de mulher arrastada por carro da PM (teria ela resistido se não tivesse sido cruelmente torturada?)

Laudo preliminar da Polícia Civil constatou que a auxiliar de serviços gerais Cláudia da Silva Ferreira morreu em consequência de um dos dois tiros que recebeu durante ação policial no Morro da Congonha, em Madureira, no zona norte da cidade, na manhã do último domingo (16).

Cláudia foi colocada por policiais militares no porta-malas de uma viatura, que se abriu no trajeto até o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Presa ao porta-malas, ela foi arrastada por mais de 300 metros. O laudo oficial com o atestado de óbito divulgado pela Polícia Civil confirma que a mulher já chegou ao hospital sem vida em razão da “laceração cardíaca e pulmonar de ferimento transfixante do tórax por ação perfurocortante”. O Instituto Médico-Legal (IML) fará perícias complementares no corpo da auxiliar de serviços gerais.

Em entrevista hoje (18), o governador Sérgio Cabral disse que os três policiais do 9º Batalhão da Polícia Militar, localizado em Rocha Miranda, também na zona norte da cidade, agiram “de forma repugnante, desumana e vão responder criminalmente pela barbárie cometida”.

O governador afirmou que a atitude dos policiais vai de encontro aos princípios básicos que devem nortear o comportamento da polícia, por isso eles não ficarão impunes. “O que nós vimos ali foi uma atitude completamente desumana: do atendimento à forma como ela foi colocada na viatura. A barbaridade da queda – enfim uma cena completamente abominável. E eles vão responder por isso. Não haverá impunidade. Eles já estão presos e vão responder por essa barbaridade”.

Cabral diz que policiais agiram de forma repugnante e desumana no Morro da Congonha (Sergio Cabral, o maior incentivador da violência policial no Rio de Janeiro)

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse hoje (18) que os três policiais do 9º Batalhão da Polícia Militar (BPM) que atiraram contra Cláudia da Silva Ferreira, durante operação no Morro da Congonha, em Madureira, zona norte da cidade, na manhã de domingo, e depois arrastaram o corpo pendurado na mala de um camburão, “agiram de forma repugnante, desumana e vão responder criminalmente pela barbárie cometida”.

Cabral ressaltou que a atitude dos policiais contraria os princípios básicos que devem nortear o comportamento da polícia e, por isso mesmo, eles não ficarão impunes. “O que nós vimos ali foi uma atitude completamente desumana: do atendimento à forma como ela foi colocada na viatura. A barbaridade da queda – enfim uma cena completamente abominável. E eles vão responder por isso. Não haverá impunidade. Eles já estão presos e vão responder pela barbaridade”.

Depois de ver as imagens de televisão, o governo disse ter ficado com “uma sensação de choque, repugnância e perplexidade”. Ele enfatizou que os policiais estão presos e vão responder pela barbárie, mas falou da necessidade de lembrar a todos que “a esmagadora maioria da polícia é contrária a ações desse tipo, e nós, nesses sete anos e três meses juntos, estamos fazendo grande esforço para pacificar comunidades e reduzir os índices de criminalidade”.

Sérgio Cabral lembrou que mais de 1.000 policiais foram punidos e afastados por conduta imprópria, durante seu governo, e garantiu que no caso da morte da auxiliar de serviços gerais Claudia da Silva Ferreira, “os envolvidos também terão que responder por todos os erros cometidos, e não apenas pela forma como a vitima foi conduzida”. Cabral reafirmopu que a Polícia Militar (PM) vai investigar, a sociedade vai cobrar: “Nós estamos em um estado de direito democrático: tem investigação, tem ação, tem Justiça e tem punição”. Mas “é evidente que eles [policiais] também têm direito de defesa”.

O governador não acredita que o ocorrido afete a confiança da população no trabalho que a polícia vem realizando, principalmente nas comunidades pacificadas. “O que a gente viu foi absolutamente desumano, mas eu não acredito que isto venha a abalar a confiança da sociedade na polícia. Eu tenho certeza absoluta de que a população reconhece o trabalho da polícia, e a forma como a comunidade da Vila Kennedy recebeu e celebrou a chegada da pacificação é uma prova dessa confiança.”

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